#projetomemóriatp #terapiadapalavra Na vida – e na literatura, que é uma espécie de vida, só que através de lentes especiais – às vezes temos a oportunidade de batizar pessoas, coisas e até lugares. Não que sempre tenhamos controle total sobre isso. Minha filha, por...
Chegou 2020 e com ele a vontade de colocar em prática um projeto idealizado há muito tempo. Uma colcha de retalhos das memórias dos nossos seguidores no Facebook e no Instagram. Vamos nos descobrir juntos? Para participar, publique suas respostas nos comentários da...
Escrever um livro de memórias – ou mesmo contos, pequenas histórias, é algo que está ao alcance de todos nós. As pessoas tendem a ficar paralisadas com o pensamento de escrever um livro de memórias. Como resolver a desordem sufocante do passado? Temos medo,...
Como escrever bem? Muita gente acredita em dom. Eu acredito em repertório. Nada melhor para quem quer escrever do que ler; muito. De enciclopédia à bula de remédio. Às vezes, as leituras que nos indicam não falam com a gente, não nos cativam. Mas insisto, há um livro...
Desde que somos alfabetizados escrevemos bilhetes, cartas, redações, diários. Já escrevemos palavras de amor e de ódio também em número suficiente para encher todo um dicionário e formar várias enciclopédias. Escrever é e sempre será uma bela forma de desabafar,...
Aqui no Terapia a gente não acredita em concorrência entre oficinas de escrita. Na verdade, a gente acha que quanto mais oficina, melhor! E esse podcast da Folha de São Paulo, com o professor Assis Brasil, é uma obrigatoriedade para todos que amam palavras. Quer mais...
”Escrever é sobretudo uma questão de trabalho. (…) É tudo conquistado penosamente. Aliás, quando está a sair com facilidade, eu desconfio logo. Aquilo que vem muito depressa não pode ser bom.”
— Clarice Lispector
”É preciso não ter medo de criar. Por que o medo? Medo de conhecer os limites da minha capacidade? Ou medo do aprendiz de feiticeiro que não sabia como parar?”
— Albert Einstein
“Se você não consegue explicar algo com simplicidade, é porque você não entende do que está falando bem o suficiente.”