O BLOG DO TERAPIA DA PALAVRA · DESDE 2004
{ palavra solta }
Textos sobre escrever, ler e lembrar. Os bastidores da oficina, as leituras que ficam e o que a escrita faz com a gente.
por Maria Rachel, do Terapia da Palavra
MEMÓRIA E DIÁRIO
O papel que tudo escuta: escrever como terapia
Ao fim de um dia longo, a cabeça vira uma sala cheia demais. Escrever é abrir as janelas: dar forma ao que pesa e, aos poucos, entender o que se sente.
PARA LER AGORA
ESCREVER
Emoções e sentimentos: qual é a diferença?
Emoção é a reação rápida do corpo; sentimento é o que a mente faz com ela.
MEMÓRIA E DIÁRIO
Como fazer um diário
Sete passos simples para começar e, principalmente, para continuar.
LEITURAS
Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso: uma carta de Clarice Lispector
Um conselho de irmã que serve para qualquer pessoa que já tentou se consertar demais.
da oficina
Bastidores das turmas, exercícios e provocações para acordar a mão.
SÉRIE NOVA · EM BREVE
Dicionário de sentimentos inventados
Um exercício que nasceu numa turma de 2007 e volta agora: palavras novas para o que a gente sente e ainda não tinha nome. Com espaço para você mandar o seu verbete.
Bloqueio de escritor: como os escritores desatam os nós da escrita
Bloqueio de escritor? Veja como Guimarães Rosa, Quintana, Lygia, Drummond e outros autores desataram os nós da escrita, com três exercícios para você.
Realidade Psíquica
*Realidade psíquica* Você sabe o que é a realidade psíquica? A primeira vez que Freud abordou a questão da existência de diferentes tipos de realidade,...
memória e diário
Diários, cartas, livros de memórias e a escrita de quem quer se lembrar.
Terapia da Dignidade: o que o caso de Lito Sousa me fez lembrar sobre escrever para quem fica
Vi hoje, num vídeo no YouTube, a Dra. Ana Claudia Quintana Arantes conversando com Mila Seidl. A Dra. Ana Claudia tem...
Correio Desaparecido do Japão: Cartas para os que partiram
Na ilha de Awashima, no Japão, um antigo prédio dos correios se tornou um santuário de memórias. Conhecido como “Correio Desaparecido”, ele abriga mais de 60 mil cartas destinadas a quem já não pode respondê-las — entes queridos falecidos, versões passadas e futuras de quem escreve, até mesmo animais de estimação. O espaço é mantido por Katsuhisa Nakata, um ex-carteiro de 90 anos que acolhe essas mensagens como correspondência oficial.
A prática de escrever cartas não enviadas vai além do simbolismo e tem respaldo científico como ferramenta terapêutica. Estudos mostram que essa forma de escrita ajuda a processar emoções, aliviar a ansiedade e promover o autoconhecimento. Seja para despedidas, pedidos de perdão ou diálogos internos, escrever sem a expectativa de resposta pode ser um poderoso exercício de cura emocional.
Um prédio de correios no Japão virou abrigo para cartas a entes queridos que se foram. Reflexão sobre memória, despedida e a escrita como ponte entre mundos.
E-BOOK DA CASA
Como escrever um diário
Um convite para escrever a própria vida sem precisar explicar tudo.
“Hamnet”, de Chloé Zhao: quando a arte nasce do luto e transforma a ausência em linguagem
O filme Hamnet, dirigido por Chloé Zhao, não é apenas uma narrativa histórica sobre William Shakespeare. É, sobretudo, uma reflexão sensível sobre o que...
Uma entrevista com Affonso Romano de Sant’Anna
O Terapia da Palavra estava ainda tomando forma no campo das ideias quando me deparei com um livro chamado Como se Faz Literatura, de Affonso Romano de...
O PAPEL DA LITERATURA NA EDUCAÇÃO – Papa Francisco
Papa Francisco: A Influência da Literatura na Educação e na Formação Espiritual Jorge Mario Bergoglio, conhecido mundialmente como Papa Francisco, é...
escrever
Guias para quem está começando ou retomando: técnica, repertório e caminhos para terminar o que começou.
garimpo
Vídeos, revistas, arquivos e ferramentas que a gente encontra pelo mundo para alimentar a escrita.
A FERRAMENTA DA CASA
Converse com ele quando a página travar. Não escreve por você: devolve a caneta.
![]()
arquivo
Mais de vinte anos de textos: notícias, festas, concursos, Flip e tudo o que já passou por aqui.


