
Um diário não precisa de caderno bonito nem de talento. Precisa de um horário e de uma primeira frase. Aqui vai um caminho simples para começar e, principalmente, para continuar.
1. Escolha onde escrever
Caderno, computador ou aplicativo: o melhor é o que estiver à mão. O papel dá privacidade e o gesto da mão; o digital dá cópia de segurança e busca.
2. Marque um horário e proteja esse horário
Dez ou quinze minutos bastam. De manhã, antes que o dia comece a pedir coisas, ou à noite, antes de dormir. Manter a rotina nas primeiras semanas é o que transforma a tentativa em hábito.
3. Comece pela data e por “Hoje…”
Parece banal, e é justamente o banal que destrava.
4. Escreva o que aconteceu e o que você sentiu
Uma cena do dia e o que ela deixou em você. Dar nome ao que se sente é metade do caminho (entenda a diferença entre emoções e sentimentos).
5. Não edite
O diário é para você: sem gramática, sem plateia, sem julgamento. Ninguém está pedindo o próximo Ulisses.
6. Se ajudar, escolha um tipo de diário
Pessoal, de sonhos (logo ao acordar), de leituras, de pequenas alegrias, de cartas que nunca serão enviadas.
7. Releia de tempos em tempos
O que parecia o fim do mundo em março, em novembro já é só um capítulo.
Exemplos de primeiras frases
“Resolvi começar este diário porque…”
“Hoje acordei antes do despertador e fiquei pensando em…”
“Uma coisa que ninguém sabe sobre o meu dia:…”
Para saber o que a escrita diária faz pela mente e pelo corpo, leia Os benefícios de escrever um diário. E, se quiser um caminho guiado, com propostas e técnica leve, o e-book Como Escrever um Diário foi feito para isso.
Porque escrever é dialogar com a nossa própria mente.
Você acabou de ver o caminho. A Oficina de Diários te dá a estrutura, os exercícios e a companhia pra criar o hábito de escrever todo dia — sem página em branco.
Entrar na lista de espera da Oficina de Diários →
