“Passo a passo. Letrinha, sílaba, palavra e frase. Não passava muito daí enquanto a gente estava na escola. Texto, só na rua. É lá que as coisas acontecem com mais liberdade. Na escola era só a composição com tijolinhos, pouco cimento e muita areia. Parede dura demais dá trinca. Daí já se vislumbra o método. Acho que a gente começava a ler pelas letras, embora alguns amiguinhos da vizinhança aprendessem pelas palavras, ou algo assim. É como dizem os químicos: sintético e analítico. Mais ou menos isso…”
Para ler o resto da coluna da Ana Elisa Ribeiro, no Digestivo Cultural, clica aqui, ó.

Outros textos que talvez você goste

Uma entrevista com Affonso Romano de Sant’Anna

Uma entrevista com Affonso Romano de Sant’Anna

O Terapia da Palavra estava ainda tomando forma no campo das ideias quando me deparei com um livro chamado Como se Faz Literatura, de Affonso Romano de Sant’Anna. Naquela época, início dos anos 2000, comprar livros com pequenas tiragens não era tão simples como hoje....

ler mais

Conheça nossos livros!

Como Escrever um Diário

O diário não é só um repositório de memórias — é um espaço de escuta, de elaboração, de conexão com quem você é.
Se você sempre quis começar a escrever, mas não sabia por onde, este eBook é um convite direto, leve e possível.

Ponto, Vírgula & Coração

Pontuar é escolher o ritmo da alma

Este guia literário vai muito além das regras gramaticais.
Aqui, a pontuação vira gesto, intenção e respiração do texto.
Para quem quer escrever com mais clareza — e também com mais coração.

Quer tirar alguma dúvida?
WhatsApp