“Passo a passo. Letrinha, sílaba, palavra e frase. Não passava muito daí enquanto a gente estava na escola. Texto, só na rua. É lá que as coisas acontecem com mais liberdade. Na escola era só a composição com tijolinhos, pouco cimento e muita areia. Parede dura demais dá trinca. Daí já se vislumbra o método. Acho que a gente começava a ler pelas letras, embora alguns amiguinhos da vizinhança aprendessem pelas palavras, ou algo assim. É como dizem os químicos: sintético e analítico. Mais ou menos isso…”
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“Hamnet”, de Chloé Zhao: quando a arte nasce do luto e transforma a ausência em linguagem
O filme Hamnet, dirigido por Chloé Zhao, não é apenas uma narrativa histórica sobre William Shakespeare. É, sobretudo, uma reflexão sensível sobre o que acontece quando a dor ultrapassa os limites da linguagem cotidiana — e precisa encontrar outra forma de existir....





